« LunchBoxes!! | Main | MC Blair, Yo! »

Em Busca de Clarence

Clarence.bmp

Alice é uma garotinha australiana de uns dois anos, que perdeu sua girafinha, seu primeiro e mais amado brinquedinho. Ela acidentalmente deixou a girafinha Clarence na casa de seus parentes quando esteve lá com seus pais.

Na mesma noite de sua visita, a casa desses parentes sofreu um incêndio e -- obviamente -- Clarence não foi mais encontrada. Os familiares da casa passam bem e estão recebendo total apoio do governo e da família para recuperar a perda tão grande.

Mas Alice não esquece Clarence. Os pais entraram em contato com o fabricante, a Playgro, mas foram informados que a girafinha está fora de produção. Andaram de loja em loja com o retrato da pobre Clarence, pesquisaram em Googles e Ebays e nada.

Por coincidência, o pai de Alice tem um blog. E eles estão pedindo para qualquer pessoa que tiver em casa uma girafa Clarence da Playgro ou que puder comprar uma igualzinha em lojas de qualquer parte do mundo, que entre em contato com eles: thehuntforclarence@funkwit.com. Eles estão dispostos a arcar com todas despesas para remediar o pequeno coração partido de Alice.

Clarence é cor de laranja com barriga cor de rosa e pintas lilás. Tem cerca de 40 centímetros de altura. Eis as fotos das duas, Alice e Clarence:

Clarence2.bmp Clarence3.bmp

Obviamente que não se trata de uma questão vital, mas sinceramente fiquei com pena da menininha porque me lembro como eu amei cada um dos meus bichinhos na minha infância. E também não me custa nada ajudar a divulgar essa pitoresca empreitada. Espero que logo eu atualize este post com boas notícias. :o)

Good Luck, Alice and Clarence!


8 Comentários

O tal do Clarence é bonitinho, né? :cD Tomara que eles achem um logo pra dar pra menininha

Aí, fiquei com peninha também. Lembro quando perdi um cachorrinho de pelúcia e não queria mais nenhum outro brinquedo. Meus pais compraram dezenas de bonecas e eu nem aí pra elas. Espero que Alice tenha mais sorte do que eu!

Não, não era "aí". Era ai. Ai, fiquei com peninha. Hehe.

Olá para todos, cheguei aqui através do índice de blogs brasileiros pelo mundo. Eu estava procurando por brasileiros no UK, quando cheguei aqui e encontrei esse texto sobre o bicho perdido.
Também mimei bastante a minha filha, mas vou discordar dos demais: acho que pra tudo tem limite. Não dá pra ser feliz com outro brinquedinho? E quando morrer o gato/cachorrinho, o que se vai fazer... ressucitá-lo? Acredito que essa seria uma boa oportunidade para ensinar outros valores aos filhos... e que um dia ou outro não conseguirão ter absolutamente TUDO o que querem/acham que precisam. A garota é mesmo muito engraçadinha, o bichinho também... mas a vida continua sem bichinho. "Vão-se os anéis, fiquem os dedos" ou coisa parecida, como dizia a minha avó. Desculpa ser opinião discordante, mas não entendi tanta comoção. Saudações cordiais dos confins da Escócia, Rita.

Oi Ma....Procurei aqui no Brasil mas não tem nem sinal de que tenha existido...nem a fábrica tem muito registro somente uns de seminários internos. Tomara que alguém no resto do mundo ache. Beijos

Mary, bunitim, né? E eu tenho certeza que já vi uma girafa dessas nas lojas em SP. Minha sobrinha tem uma bem menor, mas praticamente idêntica.

Aí, mana Beta, hehehe. É perder esses amiguinhos não é fácil não...

Rita, não se preocupa não! Discordar é saudável, ainda bem que não temos todos a mesma opinião, não é? E acho que você tem razão sim. Os pais da criança estão apenas contando com a sorte, talvez dê certo, talvez não. Tenho certeza que Alice sobrevive! :o)

Sammy, eu acho que já vi uma girafa parecida no Brasil, mas não sei se é da mesma marca. Parece que Clarence era filha única, hehehehe.

Poxa, até eu ia querer uma girafinha simpática como essa. Mas concordo com a Rita. :)
Mantenha-nos atualizados sobre essa história, por favor, Ma! :)
Bjos!

Oi Marycota, até agora eles não tiveram muita sorte, não. Um amigo deles encontrou uma versão miniatura. Acho que os pais vão ter mesmo é que explicar tudinho para a Alice e segurar a onda. Mas faz parte, né? Ninguém disse que ter criança é uma tarefa fácil. :o)