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Our Birth Story and On Things Unplanned

Antes da Sophie nascer eu tinha em mente o que considerava o parto ideal. Calmo, tranqüilo, usando o quarto com piscina do hospital e dando a luz na água quentinha, sem medo, sem drama, aceitando as contrações, aceitando a força do meu corpo e a do bebê. Fiz um curso de hypnobirthing, treinei minha mente por muitos dias e noites, ouvindo o CD de hipnoterapia e lendo o livro.

Sempre estive ciente de que circunstâncias mudam e que é preciso ser flexível quando as mudanças precisam ser feitas pela segurança do bebê e minha também. Então estava calma para aceitar o que viesse, desde que fosse o mais seguro e saudável para todas as partes. E mesmo assim nada me preparou para a intensidade que foi a realidade do parto que tive. Apesar de ter sido o nascimento mais esperado de nossas vidas, foi difícil, foi bem mais difícil do que eu poderia ter imaginado.

Tudo começou quando fui à minha consulta de rotina de 38 semanas com a midwife. Durante o exame ela notou que não houve crescimento da minha barriga. Na consulta anterior, de 36 semanas, o crescimento também não havia sido muito grande. Por segurança, ela achou melhor me encaminhar pro hospital naquele mesmo dia. Fomos ao hospital e monitoramos o batimento cardíaco e os movimentos do bebê por uma hora. Não pudemos fazer o ultrassom no mesmo dia, mas retornamos na quinta-feira, dia 23 de Dezembro, para fazê-lo.

No ultrassom foi detectado que o bebê realmente não havia crescido desde o último ultrassom de 36 semanas e, o mais preocupante, que meu nível de líquido amniótico havia decaído significantemente. Este é um dos principais sintomas de que a placenta não está mais funcionando como deveria. Os médicos então decidiram que seria melhor trazer o bebê pro lado de fora para poder alimentá-lo bem do que correr o risco de sofrer complicações caso a placenta parasse de funcionar.

Fomos então informados que eu estava oficialmente internada e que a indução artificial do parto começaria naquela mesma tarde. Eu receberia 3 doses de hormônios a cada 6 horas para induzir as contrações. Caso não funcionasse eu faria uma cesária. De qualquer forma, o objetivo era trazer o bebê para fora dentre as próximas 48 horas.

Foi um choque para nós, por mais que já estivessemos esperando a chegada do bebê a qualquer momento. Eu nem pude voltar pra casa, nem tinha minha mala comigo, nem nada.

Recebi a primeira dose, que não fez muito efeito, o que é de se esperar com o primeiro parto. Na manhã seguinte recebi a segunda dose e às nove da manhã as primeiras contrações surgiram. Ao meio-dia começaram a ficar mais incômodas e mal pude almoçar (oh noes!). Usei as técnicas de hipnoterapia para relaxar e fui respirando a cada contração, que começaram a ficar mais intensas e próximas uma da outra. Mesmo em trabalho de parto já estabelecido, os médicos decidiram me dar mais uma última dose. O que aconteceu depois dessa dose foi algo nada menos que brutal com meu corpo. Em 50 minutos, meu cervix dilatou de 1cm a 8cm. Meus músculos, ligamentos e tecidos não tiveram tempo para dar conta dessa dilatação tão severa em tão pouco tempo.

O resultado foi um espetáculo de lágrimas, sangue e coágulos por todo quarto, cenário digno de Hitchcock. E diamorfina de emergência sendo injetada. E de uma cadeira de rodas me levando às pressas para a delivery suite. E do ambiente se encher com obstetras, enfermeiras-parteiras, enfermeiras padrão e whatnot. Os batimentos cardíacos do bebê começaram a decair e todo aquele amontoado de gente me pressionando para fazer força. Eu estava preocupada, com medo, insandecida de dores e drogada de ópios, tão distante do meu plano de um parto calmo e natural...

Depois de algumas tentativas a obstetra segurou meu rosto e deixou bem claro que a próxima contração seria minha última chance de ter um parto sem intervenção. Na próxima ela teria que usar ventouse para ajudar o bebê. Todo o equipamento de ventouse foi instalado ao meu lado. No pressure then. Recebi episiotomia. E gás entonox. Olhei pro relógio na parede, 5 minutos pra meia-noite, véspera do Natal. E a próxima contração veio e tentei ignorar toda aquela gente e só queria ouvir a voz do Martin. E foi quando ele me disse que podia ver a cabeça do bebê que reestabeleci um tanto a mais de força e nosso bebê nasceu, tão pequenina mas chorando alto e forte já nos primeiros segundos de vida. Choramos abraçados, Martin e eu, soluçando, aliviados, felizes. Toda a atmosfera da sala mudou, toda a pressão se evaporou, recebemos parabéns e sorrisos. E a midwife perguntou se queríamos descobrir o sexo nós mesmos e abriu as pernas do bebê. Foi quando pudemos exaltar um para o outro com orgulho: "we've got a daughter!!!", num momento tão mágico que fez valer a pena todos os meses de curiosidade.

Martin cortou o cordão umbilical e em segundos a placenta nasceu também. Segurei a Sophie pela primeira vez por poucos minutos, absorvendo aqueles olhos atentos olhando os meus, o calor daquele corpinho miúdo e perfeito nos meus braços. Viva, atenta, nos meus braços, eu sequer vou tentar descrever a sensação. Logo ela foi passada pros braços do Martin para que a midwife pudesse fazer as suturas das lacerações que tive durante a dilatação e o parto. Depois tomei banho de banheira com Martin me ajudando. Sophie estava sendo examinada e vestida com as primeiras roupinhas. Voltei a deitar na cama e a midwife nos trouxe chá e torradas com manteiga, que pareceu a melhor refeição do mundo em muito tempo, e nos deixou a sós para curtimos nossa nova família. Martin carregou a Sophie durante o tempo todo, sorrindo ridiculamente feliz e orgulhoso. Eu não conseguia ficar acordada/alerta por muito tempo por causa da morfina e por isso não pude carregá-la, mas sabia que ela estava sendo muito amada nos braços do daddy mais querido.

Fomos transferidos para o postnatal ward. Martin, assim como qualquer acompanhante, infelizmente não pôde ficar e teve que voltar pra casa. Ainda por causa da morfina, as enfermeiras-parteiras se encarregaram de cuidar da Sophie trocando a fralda, monitorando a temperatura e trazendo-a pro meu peito para amamentar. Naquela noite Sophie dormiu ao meu lado, na incubadora, que a manteve quentinha até a sua temperatura se regularizar.

Na manhã de Natal fomos acordadas com as midwives nos trazendo presentes porque Sophie havia sido a primeira bebê a nascer no Dia de Natal naquele hospital. O efeito da morfina já havia passado e só então me dei conta de quanta dor me encontrava, dor que me acompanharia por muitos dias ainda. Mas finalmente pude carregar a Sophie e fiquei grudada a ela todo o tempo, recuperando os momentos perdidos da noite anterior.

Martin chegou cedinho para ficar conosco e uma das primeiras coisas que ele me disse foi: "you've done really well yesterday, I'm very proud of you". Que encheu meus olhos de lágrimas porque sei quando ele está sendo sincero e não meramente tentando me agradar. Mas na verdade eu não estava nem um pouco orgulhosa do parto. Desapontada por não ter sido como desejava, desapontada por não ter dado conta da dor, humilhada em muitas situações indignas. Mas foi bom contar tudo isso pro Martin e trocarmos diferentes pontos de vista, o que me ajudou a ter perspectiva. No final das contas, o que eu queria mesmo sempre foi o nascimento de nosso bebê vivo, saudável, sem precisar ir para NICU. E eu tive tudo isso. Eu tenho tudo isso.

Os meios para se conquistar isso talvez não tenham sido desejáveis, mas o resultado final foi o melhor possível e me sinto privilegiada. Sophie nasceu tranquila, indiferente do drama que passei, felizmente.

Planos afinal são meros planos. Acontecimentos não planejados acontecem, sem necessariamente serem ruins. Demorei dias, entre algumas lágrimas de babyblues, para finalmente aceitar como foi o nosso parto. Aos poucos tenho me dado conta de que não faz a menor diferença como a Sophie veio ao mundo. Ela enche os nossos dias e nossas vidas de uma alegria tão serena e intensa, que nem parece possível. E é só o que importa.


31 Comentários | Deixe um comentário

Awn, eu sempre me emociono ao ler historias de partos e com a sua nao foi diferente. Que bom que voce fez as "pazes" com o parto, que apesar de nao ter sido como voce planejou (nunca eh, conheco pouquissimas pessoas que tiveram o parto dos sonhos), mas como voce disse o importante eh que Sophie eh saudavel. Parabens pelo presente mais lindo de Natal! E o amor soh aumenta!!

Feliz Natal.
Feliz 2011
Feliz Familia Nova =)
Meus votos são sinceros. Não nos conhecemos, nunca conversamos, mas estou de coração, MUITO feliz, com um sorriso por saber que esta tudo bem.
Mil beijos.
Paty

Márcia, a sua História é toda muito, muito emocionante, e foi agora acrescentada uma linda flor na tua vida. Que vc vai ter que cuidar para crescer, forte e feliz, até o fim da tua vida, e que vai ver dar novos frutos, como os seus pais viram contigo. Só posso dizer Muitos Parabéns, e desejar toda a paz a vocês.

Ah Marcinha, que orgulho de vc! Cada parto é uma história. E a sua foi muito bem escrita, digna de quem sabe escrever a mão. Meninas valentes, corajosas, heroínas... Você e Sophie. Cada uma contribuindo com sua força. Sempre juntas, sempre fortes, vc vai sentir isso.
Beijos minhas queridas. Beijos querido Martin.
Cris, Tadeu e Carolina

querida, nem sei o que dizer, só quero te dar um abraço bem grande e dizer que sim, a sophie tá aí e é o mais lindo presente de natal, e vai ser muito, muito, muito feliz

Tudo bem, querida, tudo bem. A Sophie nunca saberá que o parto dela não foi nem tranquilo nem glamouroso. Com tanto amor, ela terá sempre a sensação de ter chegado numa cama de flores do campo. E quanto a você, ficará muito bem: nunca ouviu dizer que cada sorrisinho banguela que o bebê dá apaga um pedacinho das memórias ruins de parto, gravidez incômoda etc? Pois a gengivinha dela à mostra vai ser a borrachinha que apagará tudo isso!
Beijo, Feliz 10 dias pra Sophie.

Marcia,
acompanho vc há anos, acho que comentei apenas uma vez.
Mas, acredite, falo muito de vc.
Falo sempre da sua coragem, da sua maturidade, da sua maneira de encarar a vida, sem dramas, sem choramingos.
Te admiro tanto!
Tenho idade pra ser sua mãe, e teria muito orgulho de ter uma filha assim.
Parabéns pela coragem, de tentar de tudo pra alcançar seu sonho.
Ele está aí,presente em suas vidas, não importa como veio o que importa é que foi realizado!
Saúde a todos vcs, muita paz e
Viva a Sophie!!!

Antes de tudo, parabens pela Sophie! Ainda nao tinha tido a oportunidade de deixar meu comentario por aqui. Cada parto é uma historia diferente e acho que dificilmente sai como planejamos. O meu foi preciso algumas intervencoes para fugir da cesarea, nao foi agradavel, mas o importante é que o Rafael nasceu com saude.

Muitas felicidades!

Que bom terem detectado a complicacao e providenciado a saida da Sophie. Que fortaleza essa sua ter passado por tudo isso e conseguido te-lo sem uma cesarea. Eu tive partos longos e doloridos porem bem melhores do que eu havia planejado, mas quando o meu primeiro bebe nasceu, umas graminhas a mais do que Sophie, eh que viram que a placenta estava para la de envelhecida, e que ele nao estava recebendo os nutrientes adequados ha um tempo. Nasceu saudavel e prontinho para ir para casa apesar de pequeno, porem morri de tristeza pelo meu bebe. Preferiria que tivessem detectado o problema e ter tido o seu parto de emergencia. Que por sinal, no meu caso, acho que resultaria em uma cesarea, pois nao sei se teria a sua forca para segurar essa barra ate o fim! Parabens!

Emocionou-me imenso... a tua forma de expressão, a tua memória ainda tão presente, o teu talento por saber expressar a vida de qualquer maneira que ela esteja, o teu momento mágico em ter a tua filha plenamente presente em ti, na família, na casa, por tudo :)
Emocionou-me porque sei do que falas e porque nunca esqueceremos das melhores emocoes que envolvem nossos filhos. Ja as memorias mas, estas diluem-se com o amor que eles nos trazem... eles enchem de amor tudo ao seu redor e o que importa eh "ela estar bem" e "saudavel"... Bem disse a Lala, um sorriso sem dentes simplifica tudo :)

Realmente as expectativas que criamos e a realidade que se apresenta nos surpreendem, não? Mas concordo com tudo que disseste, pois o importante não é como eles chegam e sim como eles vivem em nossas vidas.

Meu filho tive de cesária, e eu estava tão nervosa que fosse passar mal (devido a outras experiências com anestesia) que nem percebi a hora da chegada dele, e me culpei por um tempo por isso. Mas hoje tenho certeza que o amor que tenho por ele não influencia em nada aquele momento.

Grandes abraços para vcs três! Que cada dia e cada noite sejam maravilhosos e inesquecíveis, mesmo dentro de suas imperfeições!

Márcia & Martin parabéns, muita luz e muita saúde para a Sophie. Teria muitas coisas para lhe dizer mas hoje o que importa é que apesar de ainda ser recente as lembranças da dificuldade do parto o seu eterno presente de Natal esta nos seus braços linda e com muita saúde, um sonho realizado. Força que muitas alegrias estão por vir e logo logo isto tudo ficará bem distante de vocês!!!!! ps. passei por uma gestação incrivelmente tranquila sem um único enjou mas meu pós parto foi terrivelmente traumatizante e os três meses posteriores idem, hoje após um ano e um mês ando sonhando todo dia com um novo bebezinho.... coisa que após o parto disse que nunca mais pensaria.

PERFEITO!!
:D

Querida Marcia, você foi muito valente e tenho certeza que Sophie vai se emocionar quando for mocinha e ler sobre seu próprio nascimento! Obrigada por dividir conosco esses momentos tão lindos! Muitos, muitos beijos e carinhos a vocês três!

Marcia,
Parabens!!
Felicidades mil p/ a familia!!!
Nossos filhos tem o dom de nos mostrar que somos capazes de muito mais do que imaginamos. Sophie ja chegou desde o principio - lembro-me da fase de tratamento - mostrando que voce e uma guerreira!! E que bom que tem um fiel escudeiro ao seu lado!Aproveitem cada instante - ate os mais dificeis - passa rapido demais...
bjoss

Marcinha,

Fiquei emocionada ao ler seu post, é como você falou, não importa a forma como ela veio ao mundo, o importante é que Sophie está com vocês, cheia de saúde e unindo cada vez mais está linda família.

Parabéns pela linda filhotinha.

Marcia,

Acompanho seu blog a anos e pouquissimas vezes comentei, mas gostaria de lhe dar os parabéns. As coisas podem não ter sido como planejadas, mas o importante é que sua filhota está aí: linda e com saúde!

Eu também fiz mil planos para minha gravidez e parto e o que aconteceu foi que passei 7 meses na cama, o parto nao foi nada como o planejado também. Mas o Thomas está aqui super forte, lindo e completando um ano já. Vou te dizer uma coisa (que vc já deve ter ouvido e eu particularmente não acreditava quando me falavam): a gente esquece.... É só olhar a carinha linda de um filho, o desenvolvimento deles, uma coisa nova a cada dia. O amor cresce ainda mais (sim! isso é possível) e essa dor (ou seria frustração?) vai ficando para trás. Daqui a alguns meses vai ser apenas uma lembrança e se perguntada se vc faria tudo novamente, garanto que irá dizer: SIM!

Muitas felicidades à família de vcs e que a Sophie seja muito benvinda!

Beijos da California,
Maria Emilia

Márcia,
A Sophie vai ter muito orgulho de vocês quando ler este post.
Felicidades hoje e sempre!

Marcia, o mais importante de tudo eh saude. Bebe nasceu saudavel dentro de uma familia que ja a amava antes ate da concepcao.
Que menininha privilegiada :)
As vezes nem tudo que a gente planeja acontece como desejamos. Acho q a maioria de nos foram decepcionadas por nao terem o parto desejado. Eu por exemplo nao consegui ter nenhum dos meus partos naturais, devido a complicacoes fora do meu controle, mas a bencao de ter tido criancas saudaveis eh imensuravel.
Vc deveria sim ter orgulho de todo o esforco de uma mae que faz tudo o que pode pelo filho, nao importa quao dolorido seja.
Vc vai vir a entender que as dores da maternidade serao muitas e de diferentes causas, porem o amor e soh o amor eh que poe tudo no devido lugar novamente :)
Muito amor pra voces todos e principalmente, muita saude ❤ ~~~\(^❥^)

amiga, querida, o meu parto tb foi muito semelhante ao seu...pouco liquido amniotico e parto induzido, mas como vc mesma disse, toda a dor fisica agora é so uma lembrança remota e o que importa é a alegria que a Sophie trouxe para a vida de vcs.
Beijos,
ane

Marcinha, pena que voce teve que passar por isso, mas que bom que voce viu rapidinho que nada disso importa no final, que a sua linda Sophie ter nascido saudavel e o que e realmente importante. E se te serve de consolo, pra cada 1 historia de parto que eu ouco que a mae estava satisfeita, tem umas outra 50 de maes que nao ficaram contentes com o que aconteceu. Beijos pros 3, ela e linda!

Tava aqui lendo e maridao ali, sem entender minhas reacoes... "ta chorando por que, amor?" Chorei de emocao por tudo - o susto da internacao sem aviso, as decisoes que os medicos tiveram que tomar, a sua lucidez impressionante ao ouvir a voz do Martin e assim encontrar ainda mais forcas... os olhinhos dela nos seus, as palavras dele na manha seguinte... isso eh ser parte de uma verdadeira familia, unida e abencoada. Depois que contei tudo isso, maridao entendeu minhas caras e bocas. =)

Oi,Marcia!!!

Que post lindo. Chorava enquanto lia. Uma delicadeza, serenidade e um carinho tão grandes, presentes no texto. Que maravilha, que tudo acabou bem.

Muita saúde, alegrias e paz para vocês três.

beijo

Minha querida amiga...
E quem disse que ser mãe é fácil? As coisas acontecem de uma maneira em que na maioria das vezes o nosso controle é zero e a nossos planos...bom, que planos eram mesmo? A Laura nasceu super bem mas estava com um pouco de água no pulmão o que a deixou 2 dias na UTI pré-natal....e sem dúvida o melhor momento foi te-la nos braços. Não sei se o procedimento médico foi o melhor para você (a dilatação foi absurda) mas o importante é vocês estarem juntos, os três.....Parabéns e um Lindo 2011 para vocês.

Marcinha, você ainda era solteira e já acompanhava seu blog, nunca comentei, acompanhei vários acontecimentos, bons e ruins, fiquei triste, alegre, adoro quanto você posta receitas, mas o importante é que você é uma guerreira, delicada, suave, tranquila, serena, ama a natureza, mas uma guerreira forte, decidida, porém sempre amorosa e dedicada.
Parabéns a vocês pela Sophie, que Deus abençoe vocês com muita saúde e alegrias!
Bjs

Sandra

Parabéns...
Estou emocionadíssima. Eu
tenho um filho que completou 17 anos no dia 09/12 e passei por quase tudo isso. Entre lágrimas, relembro (sempre relembro... é coisa de mãe), que diferente de você tive uma gravidez difícil, perdendo peso dia a dia e no final havia perdido 13 quilos. Induziram contrações, mas o bebê nasceu de cesareana. Saudável, lindo, faltando 3 semanas para completar 9 meses de gestação. E eu também dizia, assim como você, eu tenho tudo, sou a mulher mais feliz do mundo. E o pai também. Ah! Cinco anos depois, exatamente no dia 25 de dezembro, tive uma menininha.
Muitas felicidades para você e obrigada por suas lindas palavras.

OI Marcinha

O meu maior medo em ser mãe é o parto e a saúde da futura criança...mas acho que no final das contas, só em olhar pro rostinho deste anjinho a gente percebe que o mais importante em tudo não é o parto perfeito, é que a criança venha saudável.
Muita saúde pra vcs três...a Sophie é a coisinha mais linda deste mundo!!

Marcia e Martin, parabéns pela linda menina e no fundo é isso o que vale, ela e você saudáveis e a família feliz! Feliz 2011!

Parto bom é aquele em que mãe e bebê ficam bem, felizes e em segurança.
Muitas felicidades!!! Nossa, eu te acompanho um tempão e estou muito feliz por vocês!

Bjs
Bel

Tudo já foi dito...
Querida Marcinha estou contigo em seu blog há muitos anos e jamais comentei nada. e nem posso comentar nada pq estou aqui chorando rios de pavor no início de seu parto e de felicidade no final. Deus te abençoe querida, a ti e a sua linda família.
abraços carinhosíssimos meus e de minha filha.

Marcia,
Parabens pela Sophie!!!
Que Deus abencoe muito a sua familia, muita saude e amor para voces!
Olha, eu acompanhei o seu relato com lagrimas nos olhos. Emocionante!
Bjs

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